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Associação Evangélica
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Ministério Pastoral

Visão

Tendo em vista que:

- Jesus é o pastor da igreja, onde não há “clérigos” e “leigos”, sendo todos sacerdotes (1 Pe 2.9,10)
- Ele mesmo estabeleceu uma liderança baseada nos dons espirituais (Ef 4) e em nenhum outro critério
- Há vários tipos e modelos de liderança nas Escrituras, mas nas referências relacionadas à igreja sempre encontramos ensinamentos e menções dirigidas para ou a respeito de grupos de pessoas, notadamente presbíteros ou bispos e diáconos
- Os modelos de “pastorado solitário” ou o de “colegiado presidido”, com “auxiliares com grau inferior de autoridade” não nos parece refletir a prática das igrejas do Novo Testamento

Acreditamos que: 

A liderança oficial da igreja local, segundo o modelo observado na Bíblia, deve ser exercida por presbíteros e diáconos reconhecidos pela assembléia.
- O reconhecimento diferencia-se da eleição por implicar ou mesmo originar-se na constatação de que o indicado já exerce os seus dons e ministérios anteriormente e independentemente da formalização almejada; e também por não haver cargos a serem preenchidos.
- O exercício dos dons e o da liderança são situações relacionadas, mas diferenciadas. Os dons e a vocação de Deus, irrevogáveis (Rm 11.29), são a base de toda a atuação na igreja e seu exercício não depende de funções oficiais.

Responsabilidades dos presbíteros

Pastorear o rebanho, não por constrangimento, mas espontaneamente; não por ganância, mas de boa vontade; não como dominadores, mas sendo modelo (1 Pe 5.1-4).

Manter as qualificações bíblicas (1Tm 3.1-7) manifestas numa vida espiritual madura e íntegra, exercitando-se na oração e no estudo da Palavra para alimentar, cuidar, orientar, aconselhar, exortar, dirigir, disciplinar, guiar e proteger o rebanho de Deus.

Assistir os membros em suas doenças espirituais, morais e físicas (Tg 5.14,15), orando, estando próximos, visitando e exercendo misericórdia.

Conhecer, ensinar e preservar a sã doutrina, equipando os santos para toda a boa obra (Ef 4.11,12) e ensinando-os a refutarem as oposições à Palavra de Deus (Tt 1.9).

Supervisionar a dinâmica e o funcionamento dos ministérios (1 Tm 3.1).

Considerar e conduzir as questões de conflito existentes na igreja (At 15.2).

Representar a igreja em congressos, igrejas, associações, etc.